Já não há desculpas!

A Biblioteca da tua Escola recebeu livros novos. Vai lá dar uma espreitadela.



Para passar um bom bocado:



Em Território Pirata, Michael Crichton, – “Uma irresistível aventura sobre os corsários no Novo Mudo, escrita por um dos autores mais aclamados de todos os tempos.”

Ódio, David Moody - “O Inferno são os outros”.

Histórias Tradicionais Politicamente Correctas, Histórias de Sempre nos Tempos Modernos, James Finn Garner – “Achas que os nossos dias já não têm magia? Já não há histórias felizes? Não há lobos nem princesas? Lê e diverte-te!”

Sapatos de rebuçado, Joanne Harris – “Um esperado regresso A Chocolate”..

Histórias Extraordinárias, Edgar Allan Poe – “É um livro magnífico, tanto para quem gosta de contos de horror e mistério, quanto para quem deseja conhecer um dos mestres nesse estilo literário”.



Para auxiliar no teu estudo:



Dicionário de dúvidas, dificuldades e subrtilezas da Língua Portuguesa, Edite Estrela, Maria Almira Soares, Maria José Leitão -“Queremos que este Dicionário seja acessível à compreensão de todos aqueles que têm direito a ter dúvidas sobre o modo como falam e escrevem e que são, afinal, todos os falantes da língua portuguesa.”

Dicionário de Literatura, Jacinto do Prado Coelho

Oxford, Advanced Learner´s Dictionary – “O Dicionário que desenvolve a destreza na sua linguagem.”

Jogo:

À Descoberta dos Açores, Hugo Salvador e Luís Carneiro - "Conquistar o maior número de ilhas do Arquipélago dos Açores."

Os fantoches explicam a República!

A Biblioteca, pelo Centenário da República, recebeu o teatrinho de fantoches da Cooperativa Praia Cultural para contar às turmas de terceiro e quarto anos a história da República, nas vozes do Padre Alexandre Medeiros e Carla Falcão.
Com a Sofia e o Afonso, os dois fantoches, os nossos alunos fizeram uma viagem desde a monarquia, passando pelo regicídio até à implantação da República, percebendo a sua importância para Portugal.
O Afonso e a Sofia, antes de se irem embora, deixaram um apelo: sejam bons filhos, bons alunos e respeitem o ambiente como bons cidadãos.
O pano fechou com o grito: Viva a República! Viva Portugal!
            - Até daqui a cem anos – disse o Padre Alexandre.
            A esta actividade seguiu-se uma palestra proferida pelo Padre Alexandre, no auditório, promovida pelo Grupo de História, destinada aos alunos do 3º ciclo e Secundário.





O LIVRO DA MINHA VIDA por Mário T Cabral (professor de Filosofia)

Há muitos anos que tenho a resposta estudada para a ocasião em que me colocassem esta pergunta: «Qual é o livro da tua vida?». Nas entrevistas de fantasia que imaginamos para nós próprios, a minha resposta era uma graçola do género: «A Bíblia está excluída da lista, não é verdade?!».

Agora, que a pergunta ocorre, continuo a excluir a Bíblia, precisamente pelo facto de ela ser o fundamento do meu existir; aliás, é por uma razão análoga que não é referida nas bibliografias; pressupõe-se que é o chão da cultura ocidental e, portanto, está ao nível mais radical dos alicerces.

Entretanto, pensei na infindável lista do já lido; e não é menor a lista do que tenho ainda para ler, o que é uma alegria e uma esperança. Tenho, no computador, uma relação de títulos e de autores, para não me esquecer, pois não gosto de ver muitos livros comprados, à espera. Sinto um embaraço grande quando o monte à minha cabeceira ultrapassa mais de dez.

São muitos os livros que me marcaram para sempre. Ainda pensei neste e naquele mas acabei por optar pela sinceridade absoluta: não, não vou referir a Bíblia, mas não posso passar por cima deste facto: o livro da minha vida é o livro das minhas horas.

É muito íntimo o que vou contar, mas pareceu-me que mereciam a Verdade.

Um «Livro das Horas» é um livro de orações. Há belíssimos exemplares, que nos chega-ram da Idade Média, cobertos de iluminuras deslumbrantes, verdadeiras obras de arte vendi-das a alto preço. O meu é simples, como convém a um franciscano; são quatro volumes, que se usam conforme a época do ano. Trazem fitas, que marcam as diversas horas, os dias da sema-na, as semanas do mês, as quadras do ano, o santo do dia e as diversas partes da leitura. É um ritual complicado, a princípio. Para além das fitas, dá jeito ter um par de pagelas, que evitam contratempos. Tem uma bolsa preta de cabedal, com um fecho, o que é um fascínio um tanto mágico e infantil, para mim.

Anda sempre comigo.

Chama-se «Livro das Horas» porque é lido a várias horas do dia, marcando o ritmo da vida e do trabalho. Também é chamado «Breviário». O nome mais exacto é «Liturgia das Horas». O nosso (dos Terceiros Franciscanos) chama-se «Vida e Oração». As Ordens religiosas têm o dever de o rezar, o que é o nosso caso. Mas, acreditem, por favor: está longe de ser uma obrigação, dado o gosto que dá!

Achei útil colocar nesta resposta um desenho que ilustra estas paragens dos meus dias. Logo de manhã, antes de começar a trabalhar, é a hora de LAUDES, que quer dizer: “Alegria por estarmos vivos em mais este dia»; lembram-se daquela cantiga de amigo: «Laudemos, irmanas, etc.»? Costuma ser bem cedinho, pelas sete horas, mas pode ser um pouco depois. O que não tolero é começar a trabalhar sem esta meia-hora de encontro com o meu livro.

Depois segue-se a HORA INTERMÉDIA, que são três, com o nome das horas pelo relógio solar: TÉRCIA (nove horas), SEXTA (meio-dia) e NOA (três horas da tarde). Não é obrigatório parar em cada uma delas, porque uma pessoa que trabalha pode não conseguir arranjar tem-po, sendo que são mais rápidas (uns vinte minutos, por aí). No meu caso, estou em aulas, mui-tas vezes. Por isso, pode parar-se uma só vez: ou antes do meio-dia, ou ao meio-dia, ou o mais próximo do meio-dia, conforme a tarefa que se tem em mãos. Comigo, é o meu horário de professor que governa esta hora, mais do que as outras.

Ao final da tarde são as VÉSPERAS, mais uma meia-horita com o meu livro nas mãos. O que mais gosto é de fazê-lo no convento de São Gonçalo, com as minhas irmãs, antes da missa. Há um ritmo próprio de leitura, marcado com um asterisco, no final de alguns versículos: agora lêem os do lado direito/agora lêem os do lado esquerdo. Segundos de espera para todos parti-rem ao mesmo tempo. À Sexta, é sempre com os franciscanos, na ermida de Santo Cristo, mesmo colada ao museu de Angra. Não sou de viajar mas, sempre que o faço, é a hora mais adequada a rezar com os outros, porque já ganhámos o dia; há sempre um convento perto, descobre-se sempre uma igreja onde há um grupo de fiéis a rezar em grupo.

Deve procurar-se, a meio da manhã, sempre que possível, parar para OFÍCIO DE LEITU-RA (não é lindo, o nome?!). Já é fácil de compreender que nem sempre é possível. Pode ser a meio da tarde. Pode ser colado a uma das horas intermédias… às vezes é complicado, às vezes penso que sou uma espécie de atleta de alta competição, a arranjar pedaços de tempo para treinar. À noite, antes de me deitar, rezo COMPLETAS. O nome fala por si.

Como já se pode concluir, não poderia citar outro livro que não fosse este. Estaria a esconder algo do qual não tenho vergonha nenhuma, bem antes pelo contrário, me enche o dia de ritmo, como se a minha vida fosse uma trança de tempo-eternidade-tempo. Tem um quê de brincadeira de criança, admito, tem um quê quase de vício… É um êxtase. As correrias que dou, por vezes, para chegar a horas às minhas horas! E tenho de andar à procura dum lugar sossegado, muitas vezes. E quando chego lá - outra pessoa a fazer não sei o quê! Ou então entram, e apanham-me em flagrante! É mais divertido do que embaraçoso.

Como já sei muitas orações de cor, vou “ganhando tempo” quando ando a pé, ou quan-do vou na urbana, ou quando estou à espera da vez nos correios e no dentista. Reparem: não posso perder tempo. Deixei de me cansar de esperar, pois agradeço quando tenho de esperar… há sempre uma oração que ainda falta!

Eu sei que aldrabei o jogo desta pergunta. Não falei dum romance que se lê uma vez apenas. Não referi a obra do filósofo que mais me marcou. Não disse qual era o meu poeta preferido. Mas eu falei dum livro! Os outros livros passam-me pelas mãos – este está-me sempre nas mãos! Ele tira-me desta ilha pechinchinha e põe-me em contacto com a Eternidade e com os homens mais inteligentes dos outros séculos! É a minha porta de Ali Babá! De repente, estou fora deste mundo, onde sou mais eu. E, quando volto do século I d.C. ou do século V, a.C., quase sempre venho mais bondoso e feliz.

Se não vier, algo correu mal na minha viagem interestelar.

Estamos de volta!

        Estamos no início de mais um ano lectivo. Depois de uma pausa para o merecido descanso, estamos de volta ao bulício das aulas, às conversas com os colegas, aos trabalhos de casa...
        A biblioteca da escola afigura-se um espaço de grande importância na tua vida escolar, pois nela poderás estudar, fazer os teus trabalhos de casa e as tuas pesquisas. Para além disso, neste espaço poderás, ainda, usufruir de momentos de descontracção, através da leitura dos livros nela existentes (que são, felizmente, cada vez mais!) e das revistas que poderás encontrar a partir deste ano lectivo (Visão Júnior, Sábado, Caras, etc.).
        Visita a tua biblioteca, respeitando as regras de funcionamento, pois só assim este espaço funcionará convenientemente.
          Um bom ano de trabalho para todos e boas leituras.
                                                                                         
                                                                               A Coordenadora da Biblioteca



Pintar a Poesia




             No âmbito do Plano Anual de Actividades, a equipa dinamizadora da biblioteca apresenta, a partir do dia 9 de Junho, a Exposição Pintar a Poesia!



       Esta actividade consiste na recriação de vários poemas de conhecidos poetas da literatura universal e serão os alunos do 11º ano de Artes a explorarem e interpretarem o âmago de cada texto poético em tela, “borrando” e pincelando ora no abstracto, ora no real, ora no surreal as emoções que extravasam no momento da criação artístico-poética.


        Vale a pena ver e contemplar o engenho e a arte destes jovens e promissores artistas, pois ler poesia é saber pintá-la não somente na mente, mas também na tela!!!
        PEÇA de TEATRO de FANTOCHES
   "A PRINCESA E A ERVILHA"



Como sabes, a equipa dinamizadora da biblioteca está a comemorar, neste mês de Abril, o dia do escritor Hans Christian Andersen. Deste modo, entre os dias 27 e 30, foram já muitos os meninos e meninas que viram estrear a peça de teatro de fantoches “A Princesa e a Ervilha”. Este conto infantil foi interpretado por alunos do 5º3, 6º1 e 6º2 sob orientação da docente Eduarda Ornelas, que se prontificou a colaborar na preparação desta actividade na Oficina de Fantoches.


          Os pequenos actores ensaiaram o referido texto ao longo de cinco semanas, todas as segundas-feiras, durante uma hora e meia, e o resultado foi óptimo. A actuação correu muito bem, tendo, inclusive, sobrado tempo para que o público pudesse experimentar in loco os próprios fantoches criados pelos actores. Os meninos mais pequeninos que vieram assistir à peça, com a ajuda da professora Eduarda Ornelas e dos seus professores, acabaram por cantar e brincar com os fantoches, permitindo-lhes que se sentissem já pequenos futuros actores.

        Hoje, dia 29, a audiência esteve melhor do que nunca: três turmas, vários professores e as próprias funcionárias da biblioteca assistiram ao desenrolar de mais um momento de espectáculo em que os actores se mostraram mais à-vontade e cujo objectivo, para além de ser o de deliciar o público, é o de fomentar o gosto pela leitura. A eternizar esta actividade esteve presente o aluno Marco Silveira da turma de Despiste de Orientação Vocacional que, sob a orientação do docente João Araújo, filmou a actuação dos actores que seguidamente elencamos.

Elenco da peça de fantoches:

Princesa Verdadeira – Lisandra Moniz

Príncipe – Maria Moniz / Diogo Silva

Rei – Mariana Rosa

Rainha - Mariana Rosa

Princesa Falsa – Mónica Fisher / Maria Moniz

Princesa Malvada – Lisandra Moniz

Narrador – Sofia Rocha / Jéssica Silveira

Cenários interiores - Jéssica Silveira

        A todos aqueles que directa e indirectamente colaboraram na realização desta actividade o nosso muito obrigado!!!











23 de Abril

DIA MUNDIAL DO LIVRO





        No âmbito do Plano Anual de Actividades, os docentes de Língua Portuguesa pretendem valorizar a comemoração deste dia, em virtude de se promover o gosto pela leitura e pelo zelo dos livros.

        Presta particular atenção nesse dia, pois deparar-te-ás com uma actividade fora do comum! No devido momento, lembrar-te-ás de que se trata da comemoração do Dia Mundial do Livro. O saber dos livros contribui para que a tua árvore do conhecimento cresça sem parar!!! Assim, vai sempre dando largas ao teu conhecimento livresco…
Comemoração do
Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil


        No âmbito do Plano Anual de Actividades, a equipa dinamizadora da biblioteca destaca, neste mês de Abril, o poeta e escritor dinamarquês de literatura infantil Hans Christian Andersen. São notórias as suas histórias pela forma como envolve e cativa pequenos e graúdos.

         Deste modo, aqui no nosso blogue, poderás clicar nos diferentes links que seleccionámos para que possas saber mais sobre este escritor e a sua obra. Clica e delicia-te!!!

http://nonio.eses.pt/contos/andersen.htm

http://www.vidaslusofonas.pt/hans_christian_andersen.htm

http://purl.pt/768/1/contos.html


        Se preferires, podes ainda folhear e ler alguns dos seus famosos contos que existem na tua biblioteca, tais como os que seguidamente enumeramos: O Valente Soldadinho de Chumbo, A Princesa e a Ervilha, O Sapo, O Príncipe Disfarçado, O Rei vai Nu, A Vendedora de Fósforos, A Rainha das Neves, entre outros que poderás descobrir.


        Graças à sua contribuição para a literatura infanto-juvenil, a data do seu nascimento, 2 de Abril, é o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil.
VOTOS de uma SANTA PÁSCOA!!!


AGRADECIMENTO

       Como já devem ter reparado, o nosso blogue está vestido de novo.

       Este novo visual deve-se ao contributo dos alunos Alexandra Vieira, Cláudia Siva e Hugo Bettencourt, da turma 12º3, que se prontificaram para nos ajudar. Já agora, não se esqueçam de visitar o jornal online (www.jornaltb.com), da responsabilidade dos alunos desta turma.

Um Passo para o Plano Regional de Leitura

DiversosNo passado dia 5 de Fevereiro, na nossa biblioteca, estiveram presentes a Secretária Regional da Educação e Formação, Lina Mendes, e o Comissário do Plano Nacional de Leitura, Fernando Pinto, para assinarem um protocolo a fim de promover o aumento dos níveis de literacia. Para tal, é necessário promover o gosto pela leitura e, consequentemente, o da escrita.